sábado, 9 de junho de 2012

Porsche Cayman 2013 é flagrado em Stuttgart

Depois do 911 e do Boxster, mais uma das obras da linha 2013 da Porsche começa a dar as caras. Na semana passada, o novo Cayman da montadora foi flagrado em vídeo quase sem disfarces circulando pelas ruas de um distrito em Stuttgart, na Alemanha.

O cupê deve trazer design e motorização semelhantes ao já revelado Boxster. De acordo com o site Autoblog, a versão 2013 do veículo deverá ter motor 2.7 que gera 268 cv de potência. A página informa, ainda, que na versão S, de alta performance, o carro apresentará motor 3.4 capaz de despejar até 319 cv.

A nova geração do Porsche Cayman tem previsão de chegada no mercado apenas em 2013. Primeiro, ele deve ser apresentado no Los Angeles Motor Show, em novembro deste ano.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mercedes SLS ganha versão AMG GT com 20 cv a mais


A Mercedes-benz tem uma má e uma boa notícia para você. A primeira é que a produção do SLS AMG acabou na linha 2013 da marca alemã. A boa é que ela deu lugar ao SLS AMG GT, uma versão evoluída do original. Isso significa que o topo de linha ficou ainda mais nervoso, sem perder as opções Coupé e Roadster.

O motor, por exemplo, permanece o mesmo V8 6.2 do modelo atual, mas ele foi acrescido de 20 cavalos, atingindo um total de 591 cv a 6.800 rpm no novo SLS. A melhoria se refletiu no desempenho, claro. E agora o esportivo atinge 100 km/h em 3,6 segundos - um décimo de segundo mais rápido que antes, segundo a marca. O torque permanece com a mesma cifra de 66,2 kgfm a 4.750 rpm, e a caixa de câmbio continua a automática de dupla embreagem e 7 velocidades AMG Speedshift. A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 317 km/h. 










As rodas dianteiras ainda são de liga-leve de 19"calçadas em pneus 265/35 de borracha mais aderente, mas as traseiras agora são de 20" com pneus 295/30. O sistema de suspensão adaptativa também foi retrabalhado, e ficou mais firme nas molas e amortecedores em relação ao SLS de 2012. 









Em visual, exterior e interior permanecem os mesmos, mas o novo pacote de acabamento Designo Style permite uma série de combinações de elementos, como retrovisores externos em fibra de carbono, cobertura do motor em fibra de carbono, rodas de 10 raios em cores adicionais, sistemas de freios de cerâmica e interior com três opções diferentes de acabamento em um ou dois tons, com uma variedade de couro e costuras diferentes. Há ainda o kit multimídia com sistema de som da Bang & Olufsen BeoSound.

As vendas do SLS AMG GT começam no segundo semestre, na Alemanha, e em seguida no resto do mundo. Os preços ainda não foram divulgados.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Renault vai deixar de produzir Mégane Grand Tour

- Um amigo ouviu dizer que a Mégane Grand Tour vai sair de linha. É verdade?
- Imagina... Ela arrebenta em vendas! E você vai pagar uns R$ 20 mil a mais por outro carro com tudo o que a Grand Tour tem!

O diálogo é real e a reação da vendedora pareceu sincera. O que indica que ela ficará surpresa quando souber que a Renault vai, sim, interromper a produção da perua ainda este ano. O espanto se justifica, afinal, a GT nunca vendeu tão bem: em 2011, somou 9.810 emplacamentos, ante 2.864 do ano anterior. Até ontem, 4 de junho, 5.423 unidades haviam deixado as lojas.

O crescimento nas vendas é impulsionado pelas seguidas promoções realizadas pela montadora. Para se ter uma ideia, em junho de 2010, o preço da Mégane GT variava entre R$ 63.000 e R$ 65.500 - para as versões 1.6 (115 cv) e 2.0 (138 cv). No mesmo mês do ano passado, o valor já havia sido reduzido para R$ 49.050 - mas, então, apenas a 1.6 estava disponível (o que acontece até os dias de hoje). Agora, no site da montadora, a perua é anunciada por R$ 47.860 e pode ser encontrada por R$ 46.900 nas revendas. Só por curiosidade, em 2007, quando chegou ao mercado, ela custava cerca de R$ 70.000. No mesmo ano, vendeu 5.802 unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave).

Qual o motivo para a descontinuação da produção, então? A resposta é simples: a Renault precisa ajustar sua linha de montagem. Desde junho de 2011, a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, opera em três turnos e está no limite de sua capacidade produtiva: 47 veículos feitos por hora - o que dá mais de 1.100 por dia. Nem aos sábados a produção para. Ainda assim, falta veículo para atender à procura, segundo fontes ligadas à marca.










Nesse contexto, a GT sairia de cena para abrir espaço para a ampliação da fabricação de modelos como o Duster e o Sandero, por exemplo. Desde março, o utilitário acumula seguidas altas nas vendas. Foram 2.707 unidades naquele mês, 2.885 em abril e 3.333 em maio. O Sandero segue o mesmo caminho. No último mês, 6.986 hatches foram comercializados, ante 5.447em igual período de 2011. Vale lembrar que nos primeiros quatro meses do ano, a Renault cresceu 29,5% ficou perto de alcançar 7% de participação no mercado - que é sua meta para 2012.

Outra medida que deve auxiliar a Renault no abastecimento do mercado brasileiro é a suspensão das exportações para países como Colômbia e México - para onde são enviados 8 mil veículos. A iniciativa também ajudará a abastecer os estoques durante a parada da fábrica, programada para o período de 15 de novembro a 15 de janeiro. Ao longo desses meses, será dado início à ampliação da fábrica, que permitirá a produção de 60 veículos/ hora - volume que deve ser atingido até 2015, após o investimento de R$ 1,5 bilhão.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Teste: Chevrolet S10 cabine simples 2.4 flex


Ela não emite aquele assobio de turbo, típico das picapes a diesel. Também não ostenta o luxo e o conforto dos modelos de cabine dupla. O painel simples não tem ar-condicionado digital, e não há airbag nem como item opcional. Tem pisca nos retrovisores, mas não vem com rádio. As portas não travam automaticamente, e o motor 2.4 flex é antigo, apesar das mudanças – caso do cárter de alumínio. Mas há compensações. Enquanto as picapes de cabine dupla, motor a diesel, câmbio automático e tração 4x4 passam de R$ 130 mil, nesta Chevrolet S10 a conversa é outra. É verdade que você perde metade da cabine, mas também economiza mais da metade do dinheiro. Com esse motor, ela parte de R$ 58.868 (LS), ou R$ 61.890 na versão LT, como a testada. A cabine é simples, mas para compensar a caçamba é dupla.

Enquanto a picape de cabine dupla é praticamente um carro de passeio, o modelo de cabine simples nasceu para trabalhar, ou para quem tem muita coisa para carregar. Moto, por exemplo, não poderia pegar carona nos modelos de quatro portas e cinco lugares. Mas, com uma caçamba de 2,32 metros, espaço é o que não falta. As fotos estão aí para provar. 










É claro que, em troca do conforto para a carga, o interior foi um pouco sacrificado. O visual moderno está lá. No trânsito, todo mundo olha para ela com cara de admiração. Às vezes, pinta até uma dor de cotovelo – no próprio motorista. Isso porque o porta-objetos central é alto. Assim, quando se puxa a segunda marcha, normalmente bate-se o braço nele. O painel segue a modernidade do exterior e ostenta o quadro de instrumentos inspirado no do Camaro. Mas falta muita coisa. O volante não tem controle de som – até porque o carro não tem aparelho de som. Na falta dele, fui ouvindo os ruí-dos da transmissão. E eles não foram música para meus ouvidos. A impressão é que alguma coisa ali entre o câmbio e o eixo cardã tem folga.

Se a cabine é um pouco apertada (o espaço para bolsas atrás dos bancos é restrito), na caçamba sobra lugar. A GM fala em 1.570 litros de carga (sem ultrapassar as laterais). E a capacidade de carga é de 1.078 kg.

O motor 2.4 flex de até 147 cv consegue dar boa agilidade à picape de 1.672 kg e 5,37 metros. Na pista, fez 0 a 100 km/h em 13,1 segundos (a versão de cabine dupla cumpriu a prova em 14,3 s). O problema é que, para isso, o esforço do motor é grande. A relação peso-potência é de 11,4 kg/cv. Por causa desse esforço, o motor precisa se alimentar muito bem – ou cair no alcoolismo, como é o caso. Para ir de São Paulo a Tatuí, num percurso de 141 km, a picape tomou 20,2 litros de etanol: média de 7,0 km/l. Na cidade, a média foi de 4,9 km/l, também com o combustível renovável.

Entre os itens de série da versão LT estão ar-condicionado, direção hidráulica, ABS, computador de bordo, alarme, trio elétrico, faróis de neblina, rodas de alumínio aro 16, chave canivete e grade de proteção no vidro traseiro. Som, protetor de caçamba e capota “marítima” são acessórios, vendidos na concessionária, uma forma de melhorar um pouco o faturamento da rede autorizada. Afinal, quase todo mundo vai optar por sair da loja com o trio. Sem protetor de caçamba, a carga risca a lataria com muita facilidade.

Toyota Etios nacional terá motores 1.3 e 1.5 16V


A Toyota confirma: seu novo compacto nacional, que começa a ser produzido no segundo semestre na nova fábrica de Sorocaba (SP), se chamará Etios - assim como na Índia, onde já é vendido, só que sem o “sobrenome” Liva. O carro está sendo apresentado hoje para a imprensa brasileira na cidade de Toyohashi, no Japão. O Etios deve começar a ser vendido em setembro, nas versões hatch e sedã. “Os dois chegam simultaneamente”, afirmou Yukitoshi Funo, vice-presidente executivo da Toyota Motor Corporation.

A marca já havia anunciado o lançamento do Etios para o segundo semestre deste ano, mas os executivos ainda fazem mistério sobre o mês exato do lançamento. “Não posso precisar a data ainda”, disse Funo. Mas no dia anterior outro integrante da empresa deixou escapar que o Etios chega em setembro. A capacidade inicial da fábrica será de 70 mil unidades (no primeiro ano), segundo a marca.










A estratégia da Toyota é concorrer com modelos como VW Gol e Fiat Palio, além dos sedãs compactos, oferecendo modelos na faixa de R$ 30 mil a R$ 55 mil. O Etios terá duas opções de motores: além do novo 1.3 16V flex, haverá o 1.5 16V, também bicombustível - mas apenas o hatch contará com as duas opções, o sedã carregará apenas o bloco 1.5. O câmbio, por enquanto, é apenas manual de cinco marchas. “Temos uma grande preocupação em relação à concorrência, mas como filosofia da Toyota não gostamos de entrar em varejo, onde o cliente fica pedindo descontos. Prezamos muito pela qualidade de serviço e do produto”, afirmou Funo.

Novos projetos - Além do Etios, a Toyota pretende lançar, até 2015, oito modelos compactos voltados para os países emergentes, como China, Ásia, África, países árabes e da América do Sul. “Dentro do projeto de crescimento da Toyota, vemos o Brasil como um país de fundamental importância”, afirmou o vice-presidente. O plano da Toyota é igualar seu faturamento nos países desenvolvidos e emergentes - atualmente a marca tem 55% de faturamento nos países mais ricos e 45% nos países em desenvolvimento.

domingo, 20 de maio de 2012

Toyota anuncia retorno a Le Mans


A Toyota anunciou, nesta sexta-feira (14), que vai voltar a competir no Campeonato Mundial de Endurance em 2012 – competição organizada pela a FIA (Federação Mundial de Automobilismo) e que tem no calendário as tradicionais 24 Horas de Le Mans. A notícia é uma surpresa já que a montadora japonesa não disputa provas da categoria desde 1999, quando resolveu concentrar seus esforços na Fórmula 1.

Para o retorno, a Toyota desenvolve o protótipo LMP1 (Le Mans Prototype 1). E como era de se esperar, a marca nipônica – especialista em carros híbridos – pretende levar uma tecnologia inédita às pistas. O bólido vai usar um motor a gasolina associado a outro elétrico e promete ser bem diferente do seu antecessor, o GT-One, que era equipado com um forte bloco 3.6 litros V8 capaz de gerar 600 cv.

Toyota já vendeu um milhão de Prius nos EUA


Nesta quarta-feira (7/4) foi vendido o milionésimo Toyota Prius nos Estados Unidos. O carro é o primeiro modelo híbrido a ser vendido em larga escala e já alcançou a casa dos três milhões de unidades ao redor do mundo. O Prius já está em sua terceira geração, e foi considerado um dos veículos mais eficientes em relação ao consumo de combustível.
Em janeiro, no Salão de Detroit, a marca japonesa anunciou o lançamento de outras duas versões do carro, um compacto e um familiar. No começo de 2012 a montadora irá lançar uma versão Plug-in. Por enquanto, não há previsão do Prius desembarcar no mercado brasileiro.

Honda apresenta sedã médio para o mercado chinês



A Honda aproveitou o Salão de Pequim, na China, para anunciar um conceito que será focado no mercado chinês. O Concept C é derivado da minivan Concept S e deve ser produzido e vendido ainda em 2012.
O novo sedã médio foi desenvolvido em parceria com a montadora chinesa GAC, pela joint-venture Honda Guangqi, que tem como foco a produção de veículos para o mercado asiático. Diferentemente do Concept S, que deve se tornar um modelo global depois de chegar ao mercado asiático, o Concept C deve ser comercializado exclusivamente na China.


Revelado conversível NSX do filme Os Vingadores


A Acura, divisão de luxo da Honda, revelou a foto do conversível NSX que será pilotado por Tony Stark (Robert Downey Jr) no aguardado filme Os Vingadores, que estreia no dia 27 de abril no Brasil – uma semana antes do lançamento nos EUA. O conceito do modelo já havia sido apresentado no Salão de Detroit (EUA), em janeiro, mas informações sobre o desempenho do superesportivo ainda não foram reveladas. Apesar de a marca divulgar que o modelo foi construído especialmente para o filme, sabe-se que seu design, muito próximo da realidade, foi patenteado, o que abre expectativas para uma possível produção.

No filme, os super-heróis também terão ajuda dos veículos MDX, XDX, RDX e TL para lutar contra o crime. Confira abaixo o vídeo do crossover RDX rodando pelas ruas de Nova York em meio a explosões e à enorme destruição causada pelos vilões de Os Vingadores. Para completar a divulgação, a Acura também lançou um jogo online cuja pontuação dos participantes pode ser convertida em prêmios, como ingressos do filme ou até uma viagem para a cidade mais badalada dos Estados Unidos.

Em espera pelo novo, CR-V LX some das revendas


Existem poucas unidades da versão atual do CR-V ainda à venda nas concessionárias da Honda, já que a nova versão tem previsão de chegada ao Brasil na primeira quinzena de março. Entramos em contato com uma dezena de revendas da marca e em apenas uma delas ainda havia a versão de entrada LX na cor preta por R$ 79.900. Em todas as outras ainda era possível comprar apenas o modelo EXL 4x4 com preço variando entre R$ 90.000 e R$ 93.900, todas à pronta entrega.

Os interessados pelo novo modelo, revelado pela montadora em novembro do ano passado no Salão de Los Angeles, já podem reservar unidades mediante pagamento de sinal de R$ 5.000, independentemente do modelo desejado. Apenas uma concessionária de São Paulo informou que exige pagamento adiantado de R$ 10.000, também para qualquer modelo.

O novo CR-V será oferecido em três opções: LX 4x2 mecânica com preços que variam entre R$ 84.700 e R$ 89.900, LX 4x2 automática entre R$ 89.900 e R$ 92.900 e a versão topo de linha EXL 4x4, que custa entre R$ 103.000 e R$ 107.000 (preços variam entre as concessionárias).
De acordo com os vendedores consultados, o lançamento oficial está marcado para 17/03, mas não há uma data definida de quando os veículos chegam às concessionárias para a venda, nem quando os veículos que estão sendo reservados serão entregues.

Uma volta no novo Honda CR-V manual


Lembro-me até hoje a primeira vez que dirigi o Honda CR-V. Era outubro de 2007, o modelo de terceira geração vinha ao Brasil importado do Japão, e chegava bem salgado após atravessar o oceano pacífico: R$ 123 mil na versão top (a única oferecida). Na época, o CR-V brigava com o arquirrival Toyota RAV-4, com o Hyundai Tucson GLS V6 e até com o Land Rover Freelander II, todos com preços na faixa de R$ 135 mil.
O mais curioso (e impressionante) é que, desde então, se passaram pouco mais de cinco anos. E o segmento (de utilitários esportivos médios) sofreu uma profunda revolução. Naquele ano (2007), as vendas do Tucson e do próprio CR-V foram muito maiores do que as montadoras previram – a Honda começou com um estoque modesto de 300 unidades e a demanda foi tamanha que o CR-V fechou o ano com 1.864 unidades, um recorde!






Em 2011 (já no fim do “ciclo de vida” da terceira geração), o CR-V foi o líder de um nicho que cresce a passos de elefante. Com nacionalidade mexicana e beneficiado pelo acordo de livre-comércio com o país da tequila, que baixou seu preço para a faixa dos R$ 90 mil, o utilitário da Honda emplacou impressionantes 16.282 unidades – ficou à frente de Hyundai ix35, Chevrolet Captiva, Mitsubishi ASX, Kia Sportage, entre muitos outros.
É nesse cenário positivo que acaba de chegar ao país a quarta geração do CR-V, agora com visual ainda mais urbano. Comparado àquele modelo de 2007, pode-se dizer que o crossover da Honda evoluiu em vários aspectos, especialmente na eletrônica embarcada. Há, por exemplo, câmera de auxílio à ré, sistema multimídia (i-MID) com tela no painel e assistente de saída em ladeiras. E a versão top EXL traz controle de estabilidade.


Versão básica LX parte de R$ 84.700

Para defender a liderança, o novo CR-V vem do México em três (atraentes) configurações. A mais simples LX (R$ 84.700) tem tração apenas dianteira e estreia o inédito câmbio manual de seis marchas. Mais acima vem a versão LX automática (R$ 87.900). E no topo da gama fica a configuração EXL (R$ 103.200) equipada com a caixa automática de cinco marchas (a mesma de antes) e com tração integral 4x4.

Em todas as versões, o CR-V é bem equipado, com ar-condicionado, direção elétrica, “trio”, freios com ABS e EBD, airbags frontais, o sistema i-MID, o assistente de auxílio em ladeiras (que mantém os freios acionados por 1,5 segundo) e o modo Econ – que altera o sistema de admissão e combustão para que o motor queime menos gasolina. A mecânica, aliás, foi remexida e aprimorada, também com olhos na eficiência energética.
Basicamente, a engenharia da Honda trabalhou para deixar o propulsor 2.0 16V i-VTEC mais suave. Os pistões foram “banhados” em molibdênio, elemento químico que reduz o atrito, e o comando de válvulas teve suas paredes internas reforçadas. Segundo a Honda, as mudanças elevaram a potência em 5 cv e o motor 2.0 passa a gerar 155 cv de força e 19,4 kgfm de torque, disponíveis quase por inteiro (80%) já aos 2.100 giros.









Como é dirigir o CR-V mais básico?

Diante dos crossovers médios hoje vendidos no Brasil, o CR-V estava defasado. Embora tenha sido o líder de vendas no país em 2011, o modelo precisava de uma renovação mais profunda. E ela chegou na hora certa. Comparado ao antecessor, a nova geração é moderna e sofisticada. Perdeu um pouco em acabamento, é verdade (o interior do CR-V de terceira geração transmitia mais requinte), mas a evolução tecnológica foi enorme.
No test drive curtinho, oferecido pela Honda na sinuosa pista da fazenda Capuava, em Indaiatuda (São Paulo), o CR-V surpreendeu muito dinamicamente. A direção elétrica mostrou um ajuste impecável, com respostas bastante diretas aos movimentos do volante e com peso adequado em velocidades elevadas. Ao mesmo tempo, a alavanca do câmbio manual fica bem próxima do volante, acoplada ao painel, e tem engates curtos e precisos.







Um dos principais destaques do CR-V, essa inédita transmissão manual de seis marchas agradou bastante tanto pela localização quanto pelas trocas. A nova caixa manual da Honda tem relações acertadas (não se nota buracos entre as marchas) e, ao contrário de outros câmbios, a marcha à ré é fácil de se engatar. Além disso, após acoplá-la a tela do sistema i-MID (no painel) imediatamente reproduz a imagem da câmera traseira.
Em movimento, o novo CR-V mostrou-se equilibrado, sem torcer demasiadamente a carroceria nas curvas e permanecendo estável e seguro nas retas. Um dos pontos altos, neste rápido contato, foi o ajuste da suspensão, nem muito rígido, nem mole demais. Por dentro, senti falta de “porta-trecos” de fácil acesso e próximos ao painel. Também não curti muito o novo painel de instrumentos “compactado”, com o velocímetro ao centro.








De forma geral, o CR-V parece ter retrocedido no acabamento (os plásticos do painel são ásperos e pouco sedutores). Em termos de design, o crossover não ousa por dentro, mas ficou indiscutivelmente mais estiloso por fora. Já em tecnologia, não há dúvidas: o modelo estabelece um novo padrão (a versão top EXL tem uma tela maior no console central para o GPS). E, acima de tudo, o CR-V é mexicano, mas tem o status “de japonês” da Honda.

Toyota lança novo Camry e Corolla XRS no Brasil


O forte movimento da concorrência no segmento de sedãs fez a Toyota do Brasil se mexer. Nesta quinta-feira (15), a montadora japonesa lançou – de uma só vez – a nova geração de Camry e o Corolla XRS, versão “esportiva” do campeão de vendas da fábrica no país. Feito sobre a versão intermediária XEI e sem qualquer alteração mecânica, o Corolla XRS chega ao mercado brasileiro com preço sugerido R$ 79.500. Já o novo Camry desembarca do Japão e versão única e bem salgado: R$ 161.000.

Por esse valor, o sedã médio-grande – que é global – ficará posicionado muito acima dos modelos que seriam seus concorrentes diretos – entre eles Hyundai Azera, Volkswagen Passat e Honda Accord. Na prática, o Camry vai brigar com modelos de luxo, como Audi A4 e Mercedes-Benz Classe C, com a vantagem de oferecer um pacote mais completo, além de uma mecânica bem robusta. O sedã japonês é equipado com um forte motor 3.5 litros V6 a gasolina de 277 cv e 35,3 kgfm de torque.







Para gerenciar o bloco, a sétima geração do Camry conta com uma moderna transmissão automática sequencial de seis marchas, além de uma lista atraente de equipamentos (que tenta justificar o preço). Há ar-condicionado de três zonas, direção elétrica, controles de estabilidade e de tração, ABS, seis airbags (frontais, laterais e de cortina), faróis direcionais, câmera de ré, sistema multimídia com tela sensível ao toque no painel e ajustes elétricos de inclinação dos encostos do banco traseiro.

No Corolla XRS, a montadora japonesa aposta puramente na estética esportiva para atrair um público mais jovem. A verdade, porém, é que a configuração chega para tentar conter o forte avanço da nova geração do arquirrival Honda Civic, que estreou em meados de fevereiro e ameaça retomar rapidamente a liderança do nicho. Para tanto, o Corolla XRS – principal novidade da linha 2013 do sedã médio – usa como base a versão XEI, com o motor 2.0 Dual VVT-i flex de 153 cv e 20,7 kgfm de torque (ambos com etanol), acoplado ao câmbio automático sequencial de quatro marchas.







Segundo a Toyota, o Corolla de visual mais arrojado responderá por modestos 10% do mix de vendas. Para divulgá-lo, a montadora japonesa manterá a dupla Selton Mello e Wagner Moura como garotos-propaganda. Já em relação ao novo Camry, a fábrica não falou sobre expectativa de vendas. O sedã grande será oferecido em seis cores e com duas opções de acabamento interno (preto e bege). E por dentro, um dos destaques é o monitor de economia Eco, com indicadores nos instrumentos.
 






Detroit: Toyota lança o Prius C por R$ 35.000


Um ano depois de apresentar o conceito Prius C, a Toyota enfim lançou a versão compacta do híbrido mais famoso do mundo. Com preço abaixo de US$ 19 mil (R$ 35 mil), o Prius C apresentado nesta terça-feira (10) no Salão de Detroit é exatamente igual ao JDM Aqua, versão exclusiva do mercado japonês – mostrada no Salão de Tóquio, em dezembro passado. Sem grandes ousadias, o modelo se parece muito com o Prius atual.

Nos Estados Unidos, as vendas do Prius C começam em março. Desde a versão mais simples, o carrinho verde é bem equipado, com ar-condicionado automático digital e um sistema multimídia com rádio/CD, entradas USB e para Apple iPods, além de uma tela de 3,5 polegadas. Opcionalmente, a fábrica japonesa oferece o Entune Infotainment System, que traz uma tela significativamente maior (6,1 polegadas) e navegador por GPS.






Sob o capô, o modelo é equipado com um bloco 1.5 litro a gasolina que trabalha associado a outro motor elétrico. Segundo a Toyota, a potência combinada é de 100 cv. O Prius C também roda pouco mais de 1,5 km usando apenas a eletricidade fornecida pelas baterias de níquel-metal – mas só a velocidades inferiores a 40 km/h. E mais importante: os consumos médios, segundo a fábrica, são de 22,5 km/l (cidade) e 19,5 km/l (estrada) – sim, a montadora diz que o consumo urbano é menor. Daí a letra “C” (de City) no nome.




Toyota prevê aumento de 20% nas vendas em 2012


A matriz japonesa da Toyota divulgou hoje (22) as previsões de vendas e produção de automóveis para 2012. A montadora nipônica planeja vender 8,48 milhões de carros em escala global no próximo ano, consolidando um aumento de 20% em relação a 2011. A expectativa é que, no mesmo período, a produção de veículos cresça 24%, com 8,65 milhões de unidades fabricadas. Para 2013, a expectativa é que os números de vendas e produção saltem para 8,95 milhões e 8,98 milhões respectivamente.

A perspectiva de um futuro positivo deverá trazer alívio à marca. A fabricante foi uma das mais afetadas pelos desastres naturais no Japão, país que abriga grande parte das indústrias que fornecem peças para as unidades fabris da Toyota em todo o mundo. A empresa, inclusive, teve de suspender a produção de veículos no Brasil e, como efeito, anunciou a demissão de 400 funcionários. Contudo, os planos de investimento no país serão mantidos para o próximo ano. A expansão da marca no Brasil inclui a construção de uma nova fábrica em Sorocaba, interior de São Paulo, e lançamento de novos modelos, como o Etios e a Hilux Flex.

Toyota lidera vendas globais no trimestre Montadora se recupera e fica à frente de GM e VW


A Toyota parece pronta para retomar o posto que ocupou de 2008 a 2010, quando se consagrou a maior montadora do mundo. Dados da Bloomberg apontam que o grupo japonês fechou o primeiro trimestre no topo de ranking de vendas, depois de atingir a marca de 2,49 milhões de unidades comercializadas - soma que agrupa modelos da própria Toyota e de Lexus, Scion, Hino e Daihatsu. O índice representa uma alta de 18% em relação ao último ano. Na sequência, aparecem General Motors e Volkswagen AG, com 2,28 milhões e 2,16 milhões de modelos vendidos, respectivamente.

O resultado é um pouco frustrante para a VW, que quer assumir a ponta até 2016. Em contrapartida, tem sabor especial para a Toyota, que se recupera do mau desempenho do ano passado - agravado pelos desastres naturais que assolaram o Japão. Independentemente das colocações, os grupos tem muito para comemorar, especialmente nos EUA, que, se mantiverem o ritmo atual de vendas, terão o melhor dos últimos cinco anos na indústria automotiva. No país, a Toyota tem conseguido excelentes resultados com o Prius plug-in, terceiro modelo com vendas mais rápidas no mercado: ele não fica mais do que cinco dias na concessionária.

Chevrolet revela o Trax, futuro rival do EcoSport


Acabou o mistério. Nesta segunda-feira (14), a General Motors revelou o nome e a primeira imagem do seu futuro crossover compacto: Chevrolet Trax. O utilitário esportivo será lançado em setembro, no Salão de Paris (França), para brigar diretamente com a nova geração do Ford EcoSport. E assim como o arquirrival, o modelo da GM será global, vendido em mais de 140 países.

De acordo com a montadora norte-americana, o Trax chega às lojas europeias no último trimestre desse ano. No Brasil, ainda não há informações, mas é muito provável que o crossover seja a principal atração da GM no Salão de São Paulo, no fim de outubro – as vendas devem começar no início de 2013. Dados sobre mecânica também não foram divulgados. Visualmente, o utilitário compacto segue a identidade mais recente marca, com a grade frontal bipartida.

Ford anuncia recall de Mustang Picape F-150


A semana não começou nada bem para as fabricantes. Primeiro, a BMW anunciou recall envolvendo diversos modelos - inclusive Minis. Depois, a Ferrari convocou a 458 Italia e a California e a Dodge chamou donos de 300 e Charger. Agora é a Ford que faz seu chamado. O recall da montadora americana inclui Mustang (2012/2013), F-150 (11/12), Expedition (2012) e Lincoln Navigator (2012).

De acordo com o anúncio, mais de 10 mil unidades terão de passar por um reparo no sensor da transmissão. Uma falha na configuração do componente pode provocar problemas, especialmente, no engate da marcha à ré. O câmbio pode, simplesmente, não parar na posição e caso pare, a luz de ré pode não ser acionada.

Ford quer triplicar a produção de motores EcoBoost até 2015

A Ford declarou que aumentará a produção de motores da família EcoBoost na Europa em 2015. Nesse ano, 480 mil veículos vão oferecer o propulsor que combina injeção direta, comando variável de válvulas e turbocompressor. Para comparar, em 2011, foram 141 mil carros equipados dessa forma.

A montadora também promete dobrar o número de modelos adaptados à tecnologia EcoBoost: serão dez. O motor EcoBoost 1.0 litro já foi incorporado ao Focus e passará a ser oferecido, ainda em 2012, nos crossovers C-MAX e B-MAX.

Entre 2012 e 2015, a Ford pretende fabricar 1,3 milhões de EcoBoost, sendo que 800 mil serão na versão de 1.0 litro. Para que as metas sejam alcançadas, esse motor começou a ser produzir também na fábrica de Craiova, Romênia, além de Colônia, Alemanha. Já nas unidades da Ford de Bridgend, Reino Unido, e de Valência, Espanha, a produção das versões 1.6 litro e 2.0 litro será voltada inclusive à exportação para o mercado norte-americano. Os motores vão integrar o crossover Escape e o sedã Fusion.

É bem provável que, aqui no Brasil, uma fábrica da Ford produza o bloco 1.0 litro de três cilindros em linha, com 120 cv de força. A potência é equivalente à de motores 1.6 atuais. Carros mais potentes e econômicos, com motores menores, seguem a tendência downsizing da indústria automobilística. E mais: o EcoBoost contribui para a preservação do meio-ambiente, já que emite menos gases do efeito estufa.

Fábrica da Ford em Camaçari alcança 2 milhões de veículos produzidos Localizada na Bahia


Um Fiesta RoCam Hatch 1.0 Pulse foi o carro número 2 milhões a sair do complexo industrial Ford nordeste, em Camaçari, Bahia. O automóvel, na cor vermelho Arpoador, é um exemplar do modelo mais vendido da marca: foram produzidos 825.961 hatches só no Nordeste. Dessa mesma fábrica, saíram 727.289 EcoSport e 443.985 carros do modelo Fiesta RoCam Sedan. Com menos representantes, as picapes Courier também contribuíram para o marco histórico da Ford de Camaçari: 2.675 unidades. Foram dez anos e meio de trabalho para alcançar esses números.

As conquistas vieram após investimentos pesados na ampliação da produção. Até 2015, nada menos que R$ 2,8 bilhões garantirão que novos recordes sejam atingidos. Pelo jeito, a Ford ainda quer acelerar a produção: a capacidade anual vai a 300.000 automóveis por ano e a primeira fábrica de motores do nordeste já começou a ser construída. A montadora procura associar essa ambição ao cuidado com o meio-ambiente. O novo equipamento, uma linha de prensas com velocidade de 15 golpes por minuto, reduzirá o consumo de óleo.

Você se lembra de que Autoesporte noticiou a nova geração do EcoSport, que estreará em junho? Pois é, a versão foi desenvolvida no centro de desenvolvimento do produto da América do Sul, que tem uma de suas oito unidades mundiais na fábrica de Camaçari. Um time de 1.500 engenheiros e designers é responsável por criar os novos modelos da Ford. Eles têm à disposição tecnologias de simulação digital, fábrica-piloto, laboratórios de eletrônica, elétrica e durabilidade de componentes, além de um centro técnico e uma pista de testes.

Ford impede JAC de lançar clone da picape F-150

Sem grandes alardes, um dos veículos com estreia marcada para o Salão de Pequim não compareceu ao evento chinês. A JAC Motors foi acusada pela Ford de copiar a F-150, modelo mais vendido dos Estados Unidos entre 1991 e 2007. Em um processo secreto, a montadora norte-americana anulou as patentes da JAC e conseguiu barrar a exposição da picape média 4R3, que é visivelmente um clone da caminhonete de maior sucesso da Ford.

As semelhanças entre JAC 4R3 e Ford F-150 são mais gritantes na parte frontal. O formato dos faróis dianteiros e o escudo (oval com fundo azul) do modelo chinês são praticamente idênticos ao da picape norte-americana. Os chineses só não imitaram a mecânica da F-150. Enquanto a consagrada picape da Ford usa um motorzão de 306 cv e 38,4 kgfm de torque, o modelo oriental conta com um propulsor de apenas 108 cv e 24,4 kgfm de torque.

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